A única certeza é de que o certo jamais faz parte da realidade.
Passamos a vida inteira procurando motivos que não tem explicação, procurando
oportunidades para o que não deve acontecer.
O maior erro eh viver do passado, das mágoas e de planos que não deram certo. E o errado consome, muito mais do que o certo, muito mais do que qualquer lembrança boa.
A atenção não é dada para o que nos merece e sim para o que não merecemos, e assim será pelo resto de nossas vidas.
Se é certo deixar que o errado nos conduza, então que venha a apatia e a solidão.
Os bons momentos compartilhamos com os amigos, os maus, com as palavras ;)
Hoje mais do que nunca estou indo literalmente pra onde a vida me levar, e espero que ela sempre me traga de volta !
Bjinhus .
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Armário
E derreta no sol ardente
dos dias quentes de verão
não me diga como se sente
ao estar ausente, engratidão.
Espera o quão o pálido armário
de todo desengonçado
ja se esqueceu
A cor, o suor e o calor que se perdeu
Amanhã estará acordado
no mais nublado amanhecer
e dirá que estava errado
o modo que ousou lhe convencer
de toda falta e desapego
foi-se o segredo que faz viver.
dos dias quentes de verão
não me diga como se sente
ao estar ausente, engratidão.
Espera o quão o pálido armário
de todo desengonçado
ja se esqueceu
A cor, o suor e o calor que se perdeu
Amanhã estará acordado
no mais nublado amanhecer
e dirá que estava errado
o modo que ousou lhe convencer
de toda falta e desapego
foi-se o segredo que faz viver.
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Magia
Em cada amanhecer
o sino do castelo toca
e a dança do vento sopra
No deslumbre dos olhos d'agua fazem alvoroço
Nos sonhos pairam
utópicos, unanimes
natureza morta
Revive sobre o sol
Ao cantar das borboletas
Que de cores voam
e se perdem no luar
Voando bem longe
esperando te encontrar
Eu adormeço e revivo sem ao menos respirar
Onde o nunca sempre é certo
e o começo sempre é fim
Nos meus delírios concretos
já não lembro mais de mim
o sino do castelo toca
e a dança do vento sopra
No deslumbre dos olhos d'agua fazem alvoroço
Nos sonhos pairam
utópicos, unanimes
natureza morta
Revive sobre o sol
Ao cantar das borboletas
Que de cores voam
e se perdem no luar
Voando bem longe
esperando te encontrar
Eu adormeço e revivo sem ao menos respirar
Onde o nunca sempre é certo
e o começo sempre é fim
Nos meus delírios concretos
já não lembro mais de mim
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